Debaixo do chicote a fustigar a aventura. Coberto por peles, estraçalhado por pregos. Em frente às flâmulas, os ossos, mastro fustigado, pela latitude dos arremessos, pelo sangue ao redor das águas. De lado a lado. Afirmas todos os nomes. Distinto exílio. Na proa. Na ilha. No caudal longínquo da praia. Deserta é a travessia. Quem pode ter como flor o limão? O ninguém a falar o enevoado odor. Setas pairando no ar. Luares dobrados. E assim caminha para a porta noturna, arfante e choras. Horas em casa pisada. O sal da forma. A chama não possuías. Vibração de canto. A linguagem, o abano, mensagem na asa do leque. Novembro era o começo. A tempestade moída. Os molinetes! As luzes! Desastre. Os portos estranham os ventos.
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