As hélices. As gáveas indeterminadas totalizam algumas linhas de costas. As flâmulas. Os gualdropes se perdem achatadamente no horizonte. As escotilhas rasgadas de cabos e ilhas areentas. É o vapor iluminado. A árvore. O laço. O canto e a veia. Barco de ar. Dos dois remos, quaisquer ânsias, redes distantes. O roçar de cordas, de perto, ao longo das muralhas e ao redor das câmaras. As chapas das salas. A barra negra da passagem, navios vistos dos portos. Ramagem. Engula o ócio do corpo. A fronte, o osso, a terra, a centelha sobre as ausências, a lembrança toca o terreno. Áurea pedra! Sombra da árvore. Preguiças e futuros arranhariam securas. Diadema, perfeição, segredos selvagens. A noite caminha sobre os mármores pesados. O diadema grandioso mostrou defeito. O povo e as errâncias partidas sobre uma raiz de árvore. A rosa simbólica. Há curvas cintilantes e espumas, as democráticas gargantas. Mandava ao longe os luzires dos amontoados corpos. O nome das colinas, o meandro dos espantos. Até parece intriga de máscaras coniventes. Sonolência longínqua, imobilidade de ventos brancos. Os pingos erguidos acima do convés, carminando lentamente o frio Capitão. Os finados jazendo no alto, todo cheio de uma fremente flâmula. Trompas trinadas estalando como se fossem sinos. Estava ali o levante das guirlandas e, em torno delas, os laços mais tensos. As massas de rostos mais clamantes, magnetizando tudo. Roubaram de repente o sonho caído do braço do finado, desfraldando a nuca erguida acima do convés. As praias chamadas derrubam os nomes. Arrojam as ausências. Guardar numa fuga criada o caminho da mão a colher as ervas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário