Antes, eu não compreendia como alguém ausente de rosto, de voz, de história podia ocupar tanto espaço dentro de mim. Não entendia que o amor podia anteceder o encontro. Que a ternura podia nascer do invisível. Mas, há dois anos, tudo mudou. Carolina chegou, e, com ela, uma nova gramática do afeto. Desde então, cada gesto seu me reensina, pacientemente, que o amor não começa quando se chega, mas quando se sente.

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