Alguém impõe, de súbito, o desespero daquelas sombras aos meus olhos. As palavras colorem profunda e bruscamente o mistério maior. Inspira-me de repente a sensação incognoscível. Boca beijando o abismo do universo sem paredes. Estendido, pinta-me no frio âmago um ser de agilidades e de recursos elásticos. Mostram a alma e a mente. Existência do tempo informe. Indefinição excitada sobre o desespero da razão, sob o qual o futuro do pressentimento me faz dormir ao lado das florestas de sonhos virgens. Apalpo, almas, erro, revolvo cego as instintivas inocências sombrias num ganho que me farta.
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